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Salão das viagens de negócio deu salto qualitativo e quantitativo - Publituris 12-02-2010
É justo dizer que este ano o III Salão das Viagens de Negócio (SVN) deu um salto qualitativo e quantitativo, não só porque contou...
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Salão das viagens de negócio deu salto qualitativo e quantitativo - 12-02-2010Publituris
É justo dizer que este ano o III Salão das Viagens de Negócio (SVN) deu um salto qualitativo e quantitativo, não só porque contou com mais e novos expositores (36) mas também maior afluência (cerca de 450 participantes no total) face à última edição. (ler: em: www.publituris.pt/2010/02/11/iii-salao-das-viagens-de-negocio-abre-hoje-com-maior-adesao) Além disso, o optimismo deu a tónica aos dois dias do SVN (11 e 12), que este ano se mudou para o Sheraton Lisboa. Depois de um 2009 assombrado pela crise económica e os consequentes reflexos negativos no sector, a verdade é que este ano arranca com previsões moderadamente confiantes na recuperação das viagens de negócio.

E não foram só as previsões do Barómetro Anual da Travelstore- American Express 2010 que expressaram tal cenário. Também os quatro CEO’s convidados para o debate sobre o que valorizam os viajantes de negócio, acabaram por manifestar que depois de o sector ter batido no fundo, a retoma é o que se seguirá. Em unanimidade, Filipe Silva (presidente do Detche Bank), Gilberto Jordan (CEO do grupo André Jordan), Guy Villax (CEO da Hovione) e Paulo Rosado (CEO da Outsystems) observaram que a gestão dos custos e a competitividade das empresas mudou consideravelmente, e que já nada do que era norma nas empresas é, ou vai voltar a ser. A realidade é que as empresas se viram forçadas a cortar nas viagens de negócio e, consequentemente, a desenvolver outros mecanismos, nomeadamente ao nível tecnológico (fazendo vídeo-conferências, por exemplo). Não obstante esta política actual de forte racionalização das empresas, os CEO’s acreditam que este ano o número de viagens de negócio vai efectivamente aumentar.

Valor acrescentado das TMC’s

Pese embora a assumida esperança no crescimento deste sector, os quatro responsáveis lançaram alguns reptos às TMC’s, para que estas consigam vingar e crescer. Nesse âmbito, identificaram como essenciais os seguintes factores: O treino e completa formação dos agentes de viagem corporate com apoio na tecnologia; o valor acrescentado através do acompanhamento total e personalizado por parte do agente relativamente ao cliente na gestão do processo da viagem de negócio (não se centrando apenas na reserva do avião, por exemplo). Os CEO’s das empresas consideraram que os agentes de viagem marcam a diferença quando prestam um serviço de qualidade e quando ajudam e são uma mais-valia para o cliente, sobretudo em situações imprevistas, onde surgem acontecimentos inesperados e indesejados. Os responsáveis das empresas acreditam também que é nesses casos, em que o agente facilita a vida ao cliente, que o consegue fidelizar. No que toca à política de viagens, os CEO’s verificaram que depende e muito da dimensão das empresas. Contudo, em traços gerais foram apontadas algumas constatações comuns como esta: Optimizar o tempo, porque nenhum cliente corporate gosta e/ou pode perder tempo numa viagem de negócio, mais do que o estritamente necessário. Logo, o ideal é a TMC conseguir dar resposta a esta necessidade do cliente, com todos os meios, tecnológicos ou não, que consiga.

Além disso também consideraram importante e decisivo na escolha de um hotel o facto de este ser wireless free, porque o facto de não cobrar este serviço marca a diferença na viagem do cliente de negócio. A localização, o número de estrelas da unidade não têm tanto peso como aquele serviço.


Publituris Sónia Gomes Costa
Viagens de negócio prometem reanimar - Expresso 13-02-2010
Após um ano negro, 40% das empresas portuguesas prevêem aumentar as despesas com viagens em 2010. A maioria das empresas em Portugal...
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Viagens de negócio prometem reanimar - 13-02-2010Expresso
Após um ano negro, 40% das empresas portuguesas prevêem aumentar as despesas com viagens em 2010.

A maioria das empresas em Portugal prevê aumentar o seu volume de viagens em 2010, na ordem dos 12%. É uma das conclusões do Barómetro Travelstore/American Express 2010, apresentado no Salão das Viagens de Negócio, que decorreu a 11 e 12 de Fevereiro no hotel Sheraton, em Lisboa.
Segundo este barómetro, a crise em 209 "não eliminou o processo de internacionalização das empresas, mas trouxe uma maior necessidade de planificação das viagens e utilização de tecnologias como video ou teleconferencia". Em Portugal, a quebra média do volume de viagens profissionais ao nivel das empresas atingiu 25%.
O ano de 2010 promete trazer uma luz ao fundo do túnel.´"É esperada uma retoma expressiva das viagens de negócio após um ano negro de 2009", considera Sérgio Almeida, um dos organizadores do Salão das Viagens de Negócio. "Algumas mudanças vieram provavelmente para ficar, tal como o desaparecimento progressivo das classes executivas em voos curtos". Mas este responsavel frisa que "em contrapartida, tendem a aparecer novas classes com mais conforto em voos de longo curso".

Preço dos hoteis tende a cair no primeiro semestre.
O barómetro da American Express revela ainda que 40% das empresas portuguesas planeiam em 2010 aumentar o seu volume de viagens, contra 24% que admitem cortar nestas despesas. Esta expectativa está em linha com as previsões avançadas pela generalidade das empresas a nivel europeu.
As tarifas hoteleiras tenderão a reduzir no primeiro semestre e as tarifas de automóveis de aluger deverão subir até 3%, avança ainda o barómetro das viagens de negócio para 2010.
Em relação ao transporte aéreo, continuam a pesar incertezas sobre o prço do petróleo.
Mas a tendência que se desenha vai no sentido de um aumento de tarifas nos voos de longa distancia, a par de um aumento das viagens em classe económica dentro da Europa.
As alternativas ao avião estão na ordem do dia. O barómetro da American Express frisa que as companhias de comboios na Europa apostam cada vez mais em bilhetes electrónicos e programas de fidelização. E conclui que "efeitos climáticos poderão conduzir à maior utilização de comboios em trajectos curtos".

Expresso Conceição Antunes
3º Salão de Viagens de Negócios com balanço “muito positivo" - Turisver 15-02-2010
No final do 3º SVN, Sérgio Almeida, director da unidade de negócio corporate da travelstore e responsável pela organização do SVN,...
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3º Salão de Viagens de Negócios com balanço “muito positivo" - 15-02-2010Turisver
No final do 3º SVN, Sérgio Almeida, director da unidade de negócio corporate da travelstore e responsável pela organização do SVN, estava satisfeito com os resultados.
“O nosso balanço é muito positivo, tivemos muito mais visitantes que o ano passado e um número recorde de expositores, 39, a qualidade das intervenções e debates foi muito boa e o upgrade que fizemos na imagem, na sala de conferências como no workshop, agradou aos participantes”, disse ao Turisver.com.
Quanto aos participantes “os repetentes foram os que mais sublinharam o upgrade da imagem, ao mesmo tempo que estão muito satisfeitos com os contactos feitos. Os que nunca tinham estado presentes, ficaram muito bem impressionados porque não imaginavam a dimensão do evento, a nível representativo, de imagem, e de visitantes”. Tudo somado “estão todos muito satisfeitos, o evento respondeu às suas expectativas”.
Quanto aos reptos deixados no debate pelos quatro CEO’s de empresas, Sérgio Almeida disse que a travelstore tomou nota deles, principalmente quanto à necessidade de as agências formarem as pessoas que tratam das viagens, para que estas dêem informações mais precisas. “As necessidades são evolutivas e hoje passam não apenas pelos horários dos voos mas por saber a que distância fica um aeroporto, qual a melhor forma de ir dele para um ponto determinado, e nós temos que saber responder a tudo isto”.


Turisver 
3º Salão de Viagens de Negócios: CEO’s de grandes empresas deixam reptos aos TMC’s - Turisver 15-02-2010
No segundo dia da terceira edição do Salão de Viagens de Negócios, que decorreu quinta e sexta-feira em Lisboa, quatro CEO’s de...
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3º Salão de Viagens de Negócios: CEO’s de grandes empresas deixam reptos aos TMC’s - 15-02-2010Turisver
No segundo dia da terceira edição do Salão de Viagens de Negócios, que decorreu quinta e sexta-feira em Lisboa, quatro CEO’s de grandes empresas que participaram num debate sobre viagens corporativas, deixaram diversos reptos aos TMC’s. Deixaram também uma palavra de confiança em 2010, dizendo que em 2009 as viagens corporativas bateram no fundo mas que em 2010 o seu número deverá subir.
Neste último ponto, as afirmações dos quatro responsáveis de grandes empresas que participaram sexta-feira no debate realizado no âmbito do 3º Salão de Viagens de Negócios, concretamente Gilberto Jordan (grupo André Jordan), Guy Villax (Hovione), Filipe Silva (Deutsche Bank) e Paulo Rosado (Outsystems),juntaram-se às conclusões do Barómetro travelstore – American Express apresentado no dia anterior, ao deixarem claro que também acreditam na retoma: o sector bateu no fundo, agora só pode crescer, garantiram, vincando no entanto que nada voltará a ser como antes no segmento das viagens de negócios.
Passado que foi 2009, as empresas aprenderam com a lição. Por isso, mesmo após a crise continuará a haver um maior cuidado com a gestão e controle de custos no sentido de ninguém esquecer nunca que uma das características principais numa empresa é a sua competitividade. Por outro lado, os meios tecnológicos como a videoconferência continuarão a ser mais utilizados que no passado, e irá manter-se a tendência de um menor gasto com viagens.
Os quatro responsáveis foram unânimes em afirmarem que, no que toca ao transporte aéreo, nas viagens dentro da Europa a classe económica será privilegiada, executiva apenas no longo curso e não em todos os casos, low costs são possibilidade a ter em conta, e na hotelaria as estrelas não comandam, antes a localização, o preço e os serviços, com os quatro CEO’s a afirmarem que o facto de um hotel oferecer Internet wireless nos quartos e áreas públicas é factor diferenciador e mais-valia para a escolha – oferecer na verdadeira acepção da palavra, os executivos ao gostam e não querem pagar por este serviço.
Os CEO’s deixaram alguns desafios aos TMC’s, cujos serviços valorizam: acções de formação para quem, nas empresas, tem a responsabilidade de organizar viagens; transmitir aos clientes melhor conhecimento sobre destinos (quanto custa um táxi entre Malpensa e o centro de Milão, qual o melhor transporte a partir de um aeroporto para o ponto “x”…); acompanhamento total e personalizado do cliente por parte da agência; resolução rápida de imprevistos, entre outros.


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