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Retoma desde Maio - Diario Economico 04-07-2003
Tal como as previsões para o mercado espanhol, a amortização do investimento foi realizada em três anos. «Poderia ter sido antes»,...
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Retoma desde Maio - 04-07-2003Diario Economico
Tal como as previsões para o mercado espanhol, a amortização do investimento foi realizada em três anos. «Poderia ter sido antes», afirma o empresário Frédéric Frère, mas a recessão fez com que as empresas reduzissem despesas com viagens. A tendência parece estar a inverter-se, tendo Frédéric Frère, presidente da Travel Store, dito que em Maio se começou a sentir uma forte retoma.

Um informação que vai de encontro do discurso mais recente que o Governo adoptou. O responsável dá outra boa noticia: a diplomacia económica está a funcionar em Espanha. A integração dos serviços da embaixada com a delegação local do ICEP já foi feita e a actuação é eficaz. O ICEP tem disponível informação útil sobre o mercado, empresas e quadros portugueses em Espanha e o embaixador é capaz de ligar para os líderes das grandes empresas espanholas para apresentar a empresa portuguesa, diz Frédéric Frère.

Diario Economico 
http://www.diarioeconomico.com/edicion/noticia/0,2458,366400,00.html
Travel Store lança-se em Espanha com sucesso - Opção Turismo 23-07-2003
Frederic Frére, director das agências de viagens portuguesas Travel Store, afirmou, recentemente, que a introdução da empresa em...
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Travel Store lança-se em Espanha com sucesso - 23-07-2003Opção Turismo
Frederic Frére, director das agências de viagens portuguesas Travel Store, afirmou, recentemente, que a introdução da empresa em Espanha "tem sido um enorme êxito".
A empresa, especializada em viagens de empresas, chegou a Espanha com um novo modelo de negócio baseado na sua experiência como consultor de clientes.
A expansão pela Península Ibérica deu-se nos começos deste ano, introduzindo um modelo que, segundo o responsável, apenas era aplicada nos EUA e no norte da Europa.
A principal inovação reside na diferente função que a agência assume, passando a cobrar uma taxa aos clientes com forma de substituir as antigas comissões fixas.
Para Frederic Frére será fundamental a implantação de compras e reservas através da Internet, que reduzirão os custos em cerca de 30%.
A Travel Store investiu 3,5 milhões de euros para entrar no mercado espanhol o que, de acordo com o seu director, era uma etapa "necessária, pois não há que pensar em fronteiras entre Portugal e Espanha, porque esta segunda tem seis vezes mais a dimensão de Portugal.
O centro de reservas da empresa está sedeado em Madrid, embora tenha também uma delegação em Barcelona e presença assente nos aeroportos dessas duas cidades e nos de Sevilha, Bilbau e Valência.

Opção Turismo 
http://www.opcaoturismo.com/aaa-qua6.html
Hotel Store: uma central de reservas muito especial - Opção Turismo 27-12-2002
Hotel Store é um dos vários produtos comercializados pela agência de viagens Travel Store, sendo responsável pelo mesmo o conhecido...
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Hotel Store: uma central de reservas muito especial - 27-12-2002Opção Turismo
Hotel Store é um dos vários produtos comercializados pela agência de viagens Travel Store, sendo responsável pelo mesmo o conhecido profissional João Mendes Leal, que nos começou por dizer que o Hotel Store existe para “vender” quartos em unidades hoteleiras portuguesas aderentes à marca, quer no estrangeiro, quer em Portugal.
No fundo, é uma espécie de central de reservas com uma característica muito especial, já que todos os quartos, sejam ocupados por uma ou duas pessoas, são comercializados, durante todo o ano, pelo mesmo preço quarto/noite, sem pequeno-almoço incluído. Em 2003, o preço quarto/noite será de 68 euros.
- É, como costumo dizer, a “loja dos 300” da hotelaria, em que todos os produtos têm o mesmo preço, são excepcionais e de alta qualidade, afirma Mendes Leal, acrescentando que se trata de uma fórmula muito bem aceite no estrangeiro, porque os operadores e agências de viagens não têm de perder tempo a consultar tabelas, nem se se estão ou não na época baixa ou alta, etc.
Refira-se que a brochura do Hotel Store para o próximo ano (2003), a ser lançada em meados de Janeiro, inclui 130 unidades hoteleiras, na sua maioria de 4-estrelas (96), sendo 14 em Lisboa e 11 no Porto, cidade que inclui ainda um 5-estrelas na vasta oferta do Hotel Store.
- O preço de venda deste produto ao público, através das agências de viagens ou operadores, é livre e de acordo com os mercados de cada um. Contudo, o Hotel Store recomenda que seja feito um acréscimo entre os 20 e os 25%, diz o director geral do Hotel Store ressalvando que, mesmo com este aumento e em muitos casos, os preços dos quartos são cerca de 30 a 40% mais baratos, em relação ao preço de balcão.
O público em geral também pode usufruir deste produto da Travel Store. Ou seja, fazer a sua reserva nas unidades hoteleiras constantes na brochura, mas só através da Internet e no site da Hotel Store (www.hotelstore.tv).
- No entanto, gostaria de chamar a atenção para o facto de o preço de venda ao público ser diferente. Para este tipo de cliente, o preço quarto/noite será de 79 euros.
Após feita a reserva e o respectivo pagamento, a Hotel Store envia ao cliente um voucher que será depois entregue na unidade hoteleira escolhida.
- Em casos pontuais, até pode ser a própria agência a emitir um seu voucher, mas fazendo sempre referência que se trata de uma reserva feita e paga pela Hotel Store. No caso de um voucher não ser utilizado, a Hotel Store reembolsa o cliente pelo mesmo preço.
Outro conselho que o Hotel Store dá aos seus clientes é para que façam as reservas atempadamente, de modo a que as solicitações sejam sempre garantidas. Esta antecipação vai permitir ao Hotel Store, caso a unidade hoteleira escolhida esteja cheia, seleccionar uma outra semelhante e na mesma zona.
Este produto está a ser promovido em diversos países – Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Escandinávia, França, Itália, México, Reino Unido e Suíça -, considerados mercados fundamentais para nós.

UM NOVO PRODUTO
Um outro produto que começou a dar os primeiros passos no final do ano passado, é o chamado “Estalagens de Portugal” e para o qual estão agora viradas quase todas as atenções.
- Foi um sonho que começou em Setembro do ano passado e que começou a ser realidade depois de ter verificado que não havia quase nenhuma coesão entre as estalagens existentes no nosso País.
Mendes Leal fez um levantamento pormenorizado às cerca de 90 estalagens existentes em todo o território nacional. O resultado era, segundo ele, fácil de adivinhar.
- Cada uma delas vivia voltada para si, sem qualquer elo de ligação a outra ou outras, a não ser o facto de se chamar... estalagem.ÿ
Com a sua já grande experiência nesta área, João Mendes Leal começou a tentar formar um primeiro grupo de unidades, ao qual chamou de “Estalagens de Portugal”
- Fiz um texto muito explicativo, descrevendo a minha ideia e objectivos. Uns 15 dias depois recebi uma resposta, curiosamente da Madeira, conta o nosso entrevistado, afirmando que o referido manuscrito foi diversas vezes enviado às estalagens, quer por fax, carta ou email. E, só depois disso, é que começaram então a surgir as primeiras (e positivas) respostas.
O que Mendes Leal “oferecia” na sua informação às estalagens era a possibilidade de todas terem uma promoção e marketing em conjunto, sem custos, e, num futuro próximo, a criação de uma central de compras, o que iria atenuar as despesas de cada uma das estalagens.
- Em meados de Novembro, tinha já conseguido 27 adesões, cerca de 30% do total, o que considerei um êxito.
O primeiro passo foi criar uma brochura para apresentar as 27 estalagens, uma em cada página, como um todo ou marca na BTL’2002.
- Neste momento, estamos a preparar um conjunto de “amenities” todos sobÿ a marca “Estalagens de Portugal”, sem esquecer outro material diverso, utilizado no dia-a-dia. Mais tarde, esta acção irá estender-se a outras áreas como, por exemplo, os seguros.
Este produto está a ser comercializado nos mesmos mercados que o Hotel Store e pelos mesmos correspondentes. No que concerne às reservas de agências e operadores, elas podem ser feitas via telefone ou Internet para a Central de Reservas e não existe um preço único. Isto, porque cada estalagens tem um preço de balcão diferente. No entanto, os preços são sempre comissionáveis em 12,5%.
- É um produto totalmente novo e estamos a lançar esta marca não só em Portugal como no estrangeiro. Para já, vamos fazer um grande investimento promocional junto do mercado espanhol.
A terminar esta entrevista, João Mendes Leal afirma que a próxima brochura “Estalagens de Portugal” estará pronta para a BTL'2003 e nela estarão presentes 41 estalagens, num total de 1.285 quartos.
- Das 41 estalagens presentes na brochura, 15 são de 5-estrelas.

Opção Turismo 
http://www.opcaoturismo.com/page1007.html
Travel Store quer 5% do mercado espanhol de viagens de negócios - Diário Económico 07-07-2003
A empresa portuguesa, especializada na distribuição deste tipo de produto, prevê que em 2010 estará a facturar 180 milhões no país...
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Travel Store quer 5% do mercado espanhol de viagens de negócios - 07-07-2003Diário Económico
A empresa portuguesa, especializada na distribuição deste tipo de produto, prevê que em 2010 estará a facturar 180 milhões no país vizinho.

A Travel Store, especializada na distribuição de viagens de negócios entrou este ano no mercado espanhol, concretizando assim a vocação ibérica, um objectivo presente desde 2000, ano em que Joaquim Paiva Chaves, Frédéric Frère, e António Guedes de Sousa, ex-quadros da Sonae Turismo, decidiram lançar a empresa em Portugal.A operar em Espanha desde Abril, a empresa garantiu já 30 contas e espera chegar ao final do ano com um volume de negocios de 2,5 milhões de euros. O investimento vai já nos quatro milhões de euros e só será recuperável no final do terceiro ano, mas em 2010, a Travel Store Espanha quer estar a facturar 180 milhões de euros, o equivalente a 5% do segmento de turismo de negócios local.

Frédéric Frère, presidente executivo da empresa portuguesa e um dos três accionistas fundadores, admite que o mercado espanhol é mais competitivo do que o português. No entanto, e ao contrário do que acontece nas viagens de lazer, onde os operadores espanhóis são “muito evoluídos”, no ‘business’ são “relativamente tradicionais”. Os números do negócio no país vizinho, seis vezes superiores aos do mercado nacional, justificam o interesse.

Num encontro com jornalistas, ontem, na sede da empresa em Madrid, o responsável revelou a estratégia de diferenciação que a empresa adoptou para competir no mercado vizinho. Posicionamo-nos como uma empresa de consultores especializados em viagens, diz o Frédéric Frère, acrescentando que é prática a contratação de quadros de empresas de consultoria. A recessão económica, com a consequente pressão sobre os custos das empresas, e a tendência de eliminação das comissões pagas pelas companhias aéreas às agências pela venda de bilhetes de avião têm ajudado a empresa na venda do seu modelo de negócios. No essencial, a Travel Store presta um serviço de gestão do pacote de viagens das empresas – deslocações de quadros, realização de eventos ou viagens de lazer para trabalhadores – cobrando, como contrapartida, comissões de gestão, ou comissões fixas por cada transacção realizada e ainda, em alguns casos, comissões de sucesso pela percentagem de custos poupados aos clientes. As comissões recebidas dos fornecedores (hotéis, companhias aéreas, ‘rent-a-cars’) são ou serão transferidas na íntegra para os clientes.

A alteracao do modelo de remuneração começa a ser uma característica comum a muitas das agências vocacionadas para o segmento empresarial, mas, a Travel Store, diz o presidente, tem a vantagem de ter nascido já com esta nova forma de funcionamento, beneficiando ainda da forte aposta em tecnologias de informação. Dentro de dois anos esperam ter dois terços de todas as transacçoes já realizados por internet. A abordagem foi o suficiente para a multinacional norte-americana Rosenbluth, um gigante com uma facturação anual de seis mil milhões de dólares no turismo de negócios, decidir aprofundar a aposta na empresa portuguesa. Escolheu-o para a estreia no mercado espanhol e alargou a parceria comercial que mantêm em Portugal, para uma entrada no capital, com 5% da operação em Espanha. Aliás, a associação à Rosenbluth tem sido crucial para a Travel Store, sobretudo no plano das ferramentas tecnológicas, diz o responsável, mas também no reforço do poder negocial junto dos fornecedores e na possibilidade de prestar aos clientes um serviço de apoio mundial. Ainda assim, sublinha, o crescimento da empresa nao tem sido feito à sombra do parceiro norte-americano. A maior parte das contas em carteira, mesmo as multionacionais devem-se à equipa da Travel Store. Em Portugal, as 200 contas conquistadas desde 2000 geram já um volume de negócios de 10 milhões de euros ano. A Travel Store é controlada por Frédéric Frère, Joaquim Paiva Chaves e António Guedes de Sousa e pela capital de risco F.Turismo.

Diário Económico Gilda Sousa
http://www.diarioeconomico.com/edicion/noticia/0,2458,366397,00.html
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